Um dia de Masterchef Brasil

Um dia de Masterchef, mas não cozinhando e sim comendo. Depois de assistir à primeira temporada do Masterchef Brasil, Gunter e deu decidimos viajar para São Paulo e conhecer os restaurantes dos chefs de cozinha que participam de programa: Erick Jacquin, Henrique Fogaça e Paola Carosella.

Os três são chefs renomados. O Henrique Fogaça é o único brasileiro do grupo. Ele já ganhou alguns prêmios e atualmente se divide entre o restaurante Sal Gastronomia, o bar Cão Veio e O Mercado Feira Gastronômica. De família de imigrantes italianos, a argentina Paola Carosella trabalha na área há 24 anos e já comandou restaurantes na Argentina, França, Uruguai, Estados Unidos e em 2001 chegou ao Brasil para dirigir a cozinha do Figueira Rubaiyat, em São Paulo. Ela também já ganhou vários prêmios e hoje comanda o Arturito e o La Guapa Empanadas Artesanais e Café. O francês o Erick Jacquin chegou ao Brasil em 1995 e, dos três, é o que mais ganhou prêmios de melhor chef e melhor restaurante…Também é o que mais tem ações trabalhistas contra ele, mas isso é outro assunto rs. Jacquin comanda a cozinha do Tartar&Co e também atua como chef consultor do La Cocotte Bistro em São Paulo e do restaurante La Brasserie de la Mer em Natal, no Rio Grande do Norte.

Bem, depois dessa história toda vamos ao que interessa: comida! E olha, comida boa. Em um dia fomos aos restaurantes dos três. Resumindo (para detalhar depois…rs), almoçamos no Sal Gastronomia, lanchamos no Tartar&Co e jantamos no Figueira Rubaiayt, onde atualmente a Paola Carosella é apenas consultora. Tentamos marcar no Arturito, mas a agenda já estava fechada para o mês todo.

– Primeira parada: Sal Gastronomia.

Chegamos 11h30 no Sal. Não tínhamos reserva, então pediram para que chegássemos cedo para garantir uma mesa. O restaurante ainda estava fechado, mas a espera foi super tranquila, já que o Sal divide o espaço com a Galeria Vermelho, um reduto de arte contemporânea em São Paulo. Ok, a galeria também estava fechada, mas ficamos numas mesinhas e assim que deu 12h o restaurante abriu e garantimos nosso lugar.

O restaurante é bem pequeno. Deve caber umas 30 pessoas. Eu gostei, porque deixa o ambiente bem mais intimista e agradável. A decoração é bem moderna e, claro, com uma pegada rock’n’roll, ao estilo do Fogaça, que também é vocalista de banda Oitão. Com a cozinha envidraçada, é possível acompanhar todo o trabalho dos cozinheiros.

Pedimos entrada, prato principal e sobremesa, além de um suco e uma cerveja artesanal. A conta deu menos de R$200. Eu achei um valor razoável para duas pessoas, já que foram refeições completas.

Na entrada, pedimos queijo coalho tostado com melado e uva verde. Uma delícia.

Na refeição principal eu escolhi medalhão de mignon com risoto de brie, ervas e molho roti e o Gunter, costela de porco com tomate assado, farofa de milho e pimenta Chipotle e Maracujá de cabrón. Tudo divino.

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IMG_1762As sobremesas eram TUDO de bom. Até hoje sonho com o brigadeiro que eu pedi. A minha escolha foi brigadeiro com castanha do Pará, sorvete de paçoca (uma das sobremesas mais pedidas) e o Gunter pediu charuto crocante de banana com sorvete de baunilha.

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IMG_1764E olha quem apareceu no final! O Henrique Fogaça tem cara de malvado, mas, na verdade, é muito gentil e atencioso. Tirou foto com todo mundo que pediu.

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Aqui dá para ver melhor como é a “cozinha envidraçada”.

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Peguei algumas fotos do site do Sal só pra mostrar bem como é o restaurante!

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A foto é do site oficial do Sal Gastronomia

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Essa foto também é do site deles. Esse espaço de fora é super agradável, foi onde esperamos antes do almoço

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– Segunda parada: Tartar&Co

Depois do Sal Gastronomia, à tarde fomos conhecer o Tartar&Co. A ideia era só fazer um lanche ou experimentar uma sobremesa. Pedimos batata-frita e sobremesa (#gula). O Gunter ama petit-gateu e como disseram no programa que o Jacquin trouxe a sobremesa para o Brasil, ele tinha que experimentar, né?! Eu pedi um crème brûlée. Também pedimos duas margaritas. A conta deu uns R$200. Achamos beeeeeem caro. Mas, mesmo assim, vale a visita.

O Tartar&Co é uma brasserie,  um tipo de restaurante com um ambiente descontraído e requintado, que serve pratos simples e outras refeições. O ambiente é realmente incrível. Você entra e esquece que está em São Paulo. A decoração tem um ar de café francês, bem descontraído.

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Foto do site oficial do Tartar&Co

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Foto do site oficial do Tartar&Co

– Terceira parada: Figueira Rubaiyat

Como o restaurante da Paola Carosella já estava com a agenda fechada para o mês todo, decidimos jantar no Figueira Rubaiyat, onde ela faz consultoria e visita uma vez por mês. A Paola é especialista em carnes.

Nós já conhecíamos o Rubayat de Brasília e gostamos muito, então estávamos ansiosos para conhecer a filial de São Paulo. Claro que não nos decepcionamos. A comida estava ótima e o ambiente é incrível. É impossível não se impressionar com a figueira no meio do restaurante.

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Pedimos uma picanha na chapa com acompanhamentos. A carne estava macia e muito suculenta.

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Peguei essas fotos na internet para vocês terem uma noção da beleza do lugar. Essa figueira é linda demais.

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Imagem do Google

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Imagem do Google

A conta, claro, foi bem salgada. Ficou uns R$300.

 

Sal Gastronomia: Rua Minas Gerais, 352 – Higienópolis.

Tartar&Co: Avenida Pedroso de Morais, 1003 – Pinheiros, São Paulo

Figueira Rubayat: Rua Haddock Lobo, 1738 – Jardim Paulista.

 

 

 

 

Juliana Amorim

Jornalista apaixonada por blogs, Instagram e suculentas. Se casou há pouco tempo e gosta de tudo sobre decoração e DIY. Não dispensa uma boa comida e sempre se empolga para qualquer viagem, nem que seja de fim de semana.

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